Redigido com a ajuda de ferramentas de inteligência artificial e verificado por controles automatizados.
Uma contratação que vai além de um simples reforço
O Lausanne HC Feminino não está contratando apenas mais uma atacante para completar o elenco. Com Maya Labad, o clube suíço adiciona uma jogadora de 24 anos que chega com uma trajetória já consistente, entre a formação em Quebec, o hóquei universitário americano e uma passagem pela PWHL. Para uma equipe que entra em uma nova fase na PostFinance Women’s League, esse tipo de perfil transmite uma mensagem clara: Lausanne quer construir rapidamente, mas com jogadoras capazes de conduzir o jogo.
Labad chega do Victoire de Montréal, onde seu nome ganhou outra dimensão após o draft da PWHL de 2025.
Labad chega do Victoire de Montréal, onde seu nome ganhou outra dimensão após o draft da PWHL de 2025. Selecionada na quinta rodada, na 36ª posição, ela havia se juntado a uma organização muito exposta no hóquei feminino norte-americano. Seu tempo de jogo na PWHL não foi enorme, mas a experiência conta: treinamentos de alto nível, concorrência interna elevada, adaptação a um ambiente profissional e participação em um grupo campeão.
Para Lausanne, o interesse é evidente. O clube recebe uma jogadora ainda jovem, mas já acostumada a contextos exigentes. A aposta não é em uma estrela consolidada que viria administrar sua carreira na Europa. É, antes, em uma atacante em estágio avançado de desenvolvimento, com margem real de crescimento e uma motivação esportiva evidente.
Uma trajetória construída sobre a produção ofensiva
O perfil de Labad se baseia прежде de tudo no ataque. Em Quinnipiac, ela se firmou como uma goleadora regular, com uma produção que confirma sua capacidade de atuar nas zonas perigosas. O Lausanne HC destaca seus 51 gols e 47 assistências em 147 partidas da NCAA, um volume suficientemente sólido para entender o que o clube busca: velocidade, agressividade ofensiva e uma jogadora capaz de transformar jogadas em oportunidades concretas.
Sua trajetória canadense acrescenta outra camada. Natural de Mascouche, tendo passado pelas estruturas de Quebec e pelo programa nacional sub-18, Labad foi exposta desde cedo a padrões elevados. Ela também representou o Canadá nas categorias de base, o que contextualiza seu desenvolvimento. Não são apenas linhas de currículo: no hóquei feminino, em que as pontes profissionais ainda estão se estruturando, cada ambiente competitivo de alto nível pesa na evolução.
O draft da PWHL confirmou esse reconhecimento. A liga havia colocado Labad entre as jogadoras selecionadas em 2025 por Montréal, enquanto os bancos de dados especializados e as fontes universitárias confirmam sua passagem por Quinnipiac. Esse conjunto torna a contratação de Lausanne confiável e coerente. Lausanne não aposta em um nome isolado, mas em uma trajetória verificável.
Lausanne busca uma identidade ofensiva
O desafio local agora será a integração. A PostFinance Women’s League não é a NCAA nem a PWHL. Os espaços, os ritmos, a estrutura dos elencos e as responsabilidades podem mudar. Labad provavelmente terá de assumir um peso ofensivo maior do que em Montréal, onde a profundidade e a concorrência reduziam mecanicamente seu papel.
É justamente isso que torna o movimento interessante. Lausanne oferece a Labad um palco para se estabelecer, não apenas um destino. A jogadora apresentou esse desafio como uma oportunidade de conhecer uma nova liga e construir algo com as Lionnes. Essa formulação combina com o momento do clube: o LHC Feminino busca crescer, marcar seu território e estabelecer referências em um campeonato no qual a ambição precisa se traduzir rapidamente no gelo.
Se Labad trouxer seu chute, sua atividade no forecheck e sua presença nas zonas ofensivas, Lausanne ganhará mais do que uma linha estatística. O clube adicionará uma jogadora capaz de alterar o ritmo de um trio, criar pressão e atrair a atenção defensiva. Para uma equipe em construção, esse tipo de motor pode acelerar a identidade coletiva.
A contratação continua sendo uma aposta, como toda mudança transatlântica. Mas é uma aposta clara, documentada e esportiva. Lausanne não se limita a adicionar um pedigree da PWHL: recupera uma atacante que precisa de um papel maior, justamente quando o clube precisa de jogadoras capazes de assumi-lo.